vendemos barato:
ideias, inspiração e transpiração
Novembro 22, 2011
a poesia
líria porto
insinua-se e se esconde não sei onde nem por quê quem me mata é esta fulana que se esfrega num e noutro e oferece suas tetas a qualquer morto de fome mas a mim jamais se entrega nem que eu sofra ou que eu rasteje
1 gorjeta(s):
...a mim jamais se entrega... isto é uma puta sacanagem...tenha caridade/compaixão não deixe sem esta fulana...
bjim
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