Novembro 22, 2011

a poesia

líria porto

insinua-se e se esconde
não sei onde nem por quê
quem me mata é esta fulana
que se esfrega num e noutro
e oferece suas tetas
a qualquer morto de fome
mas a mim jamais se entrega
nem que eu sofra
ou que eu rasteje

*

1 gorjeta(s):

Cabrito Lunático disse...

...a mim jamais se entrega... isto é uma puta sacanagem...tenha caridade/compaixão não deixe sem esta fulana...
bjim